Todas sabem que eu sou fã do cantor e compositor John Mayer, se não sabem é só reparar que 70% dos vídeos da coluna "Para adoçar seu fds" são dele.
Essa semana houve o vazamento do novo cd dele, após um período que está sendo muito turbulento em sua vida, problemas nas cordas vocais, problemas familiares, surge um cd diferente dos outros. O John que conhecemos ora polêmico ora ótimo musicista aparece aqui mais intimo, introspectivo e sutil. Deixando de lado declarações polêmicas e fotos pouco usuais, o cantor e compositor se vale de 12 faixas para confessar, se mostra um pouco arrependido em certas letras e em outras nos fazem suspirar.
Set List:
1. "Queen of California"
2. "The Age of Worry"
3. "Shadow Days"
4. "Speak for Me"
5. "Something Like Olivia"
6. "Born and Raised"
7. "If I Ever Get Around To Living"
8. "Love is a Verb"
9. "Walt Grace’s Submarine Test, January 1967"
10. "Whisky, Whisky, Whisky"
11. "A Face To Call Home"
12. "Born and Raised (Reprise)"
Ele canta que já foi queimado por seu comportamento de mau garoto, sobre beber por puro prazer ou como não se fazem mais heróis de rock como antigamente, mas em todas as composições pode ser visto um John que vira uma página negra de sua história e amadurece no decorrer das 12 faixas.
Uma das músicas que me marcou foi: "The age of worry", um jorro orquestral como citado na Rolling´s Stone, um som maravilhoso, as vozes e a explosão na letra:
They're friends with what you are
Outra música que me inspirou e posso dizer dizer que é a mais romântica do álbum é "Love is a verb", que poderia ter 10 min e ainda assim seria a mais bela de todas. John, de uma maneira sutil, nos ensina que não existe um verbo que possa se conjugado para se falar de amor, amar não é um ato mecânico, amor não é uma coisa:
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