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Dica de Filme! The Vow




Sinopse:
Depois de um acidente de carro e de ficar em coma por um tempo, Paige acorda com uma grande perda de memória, fazendo com que seu marido tenha que reconquistá-la.




Que filme emocionante, a química entre o casal estava perfeita, as emoções transmitidas por Channing Tatum me dava vontade de esganar seu par Rachel Adams!! Vê-lo sofrer por não ser reconhecido por sua esposa e de suas múltiplas tentativas de fazê-la voltar a lembrar me emocionaram e me fizeram refletir. 
Todo filme é baseado em uma história real e que agora foi lançada em livro por uma editora que -infelizmente- não me lembro o nome. É um filme cheio de clichês, também pudera, é um romance, mas nos traz uma reflexão sobre segundas chances, mesmo que não passemos por acidentes, perdas de memória, as segundas chances parecem nos perseguir, vale tanto assim dá uma segunda chance para quem amamos, outra oportunidade de ser feliz ou tentar ser feliz?

No Brasil, o filme estréia em 7 de Junho de 2012 e é uma boa pedida para comemorar o Dia dos Noivorados!

Quer ver mais imagens do filme? Clique aqui!



eu vi!




As comédias românticas são, por definição, aquilo que chamamos de “chick flick”. Ou seja, esse é aquele tipo de filme que lida com questões relacionadas ao amor e ao romance e que apelam diretamente ao público feminino. Talvez, por isso mesmo, a maioria das obras desse gênero possui o ponto de vista idealizado e romântico sobre o amor que é típico do olhar feminino sobre esse tema. Entretanto, “Amor a Toda Prova”, comédia romântica dirigida por Glenn Ficarra e John Requa, está aí para desafiar todos esses paradigmas.
Em primeiro lugar, o longa é narrado pelo ponto de vista masculino. Por meio dos três personagens masculinos mais importantes de “Amor a Toda Prova” – Cal Weaver (Steve Carell), Jacob (Ryan Gosling) e Robbie (Jonah Bobo) – temos o retrato de três tipos diferentes desse sentimento, que são diretamente correspondentes ao estágio de vida em que eles estão. Cal, que está na faixa dos quarenta anos, após ser surpreendido pelo pedido de divórcio de sua esposa Emily (Julianne Moore), tem que reorganizar-se por completo, se redescobrir e rever suas prioridades. Jacob, que está na faixa dos vinte anos, está naquele momento em que se preocupa com quantidade ao invés da qualidade (em outras palavras, ele prefere envolvimentos superficiais a ter que se dedicar a um relacionamento). Enquanto Robbie, que tem 13 anos, está naquela fase de descoberta do amor (o dele é não correspondido, diga-se de passagem), de achar que cada pessoa possui uma alma gêmea e que este sentimento é eterno.
O curioso, no entanto, em “Amor a Toda Prova”, é que o filme tira sua maior força do encontro entre estas três visões distintas, pois, por mais diferentes que Cal, Jacob e Ryan sejam, por mais infelizes que eles estejam nesses determinados momentos de suas vidas, eles possuem uma qualidade muito interessante: eles, quando decididos, quando conscientes daquilo que realmente querem, vão brigar por isso até o fim. Ao contrário do retrato que é feito das mulheres deste filme, as quais estão confusas, adotam comportamentos impulsivos e cometem erros bobos.
É justamente por desafiar os clichês, ao mesmo tempo em que os confirma (afinal, o que seria das comédias românticas sem eles?); por mostrar Ryan Gosling como o homem sexy que ele é; por confirmar a figura de Steve Carell como ator perfeito para interpretar homens com questões amorosas sensíveis (vide também “O Virgem de 40 Anos” e “Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada”); e por mostrar que os homens possuem, sim, um coração por trás de toda aquela fachada dura que “Amor a Toda Prova” vale a pena. Este filme é a comédia romântica de 2011.


retirado de: http://cinefilapornatureza.wordpress.com/2011/09/29/amor-a-toda-prova/

Dica de filme

Amizade Colorida (Friends with Benefits)
RECOMENDADÍSSIMOOOOO!!!!!!! (http://cinemadetalhado.blogspot.com/2011/09/critica-amizade-colorida-friends-with.html) Se tem um cara que ganhou meu respeito no último ano, ele se chama Justin Timberlake. Não gosto de suas músicas e não vou muito com seu tipo de ser, mas não posso negar que ele é um baita ator e que está cada vez mais ganhando prestígio na sétima arte. Sua simples presença em uma produção passou a ser motivo para imaginar que o filme seja no mínimo interessante. Mila Kunis é outra atriz que vem se destacando e o conhecimento da participação de atores coadjuvantes do nível de Emma Stone e Woody Harrelson, me fizeram dar crédito a esta produção e correr numa das sessões especiais que os cinema em Salvador estão oferecendo da produção. Acompanhamos na história, uma caça-talentos que convence um jovem a aceitar uma proposta de trabalho em Nova York. Eles ficam amigos e a coisa começa a se complicar quando o relacionamento fica íntimo. Eles tentam amenizar a situação impondo uma regra: tudo não passa de atração física e qualquer emoção deverá ser deixada de lado. Mas, será que funciona impor regras ao coração? Quem leu a sinopse logo percebeu uma semelhança com o também lançado este ano Sexo Sem Compromisso, porém posso garantir que Apesar de serem bastante parecidos, eles são um pouco diferentes e Amizade Colorida termina sendo um filme melhor que o seu antecessor. Alguns podem ser os motivos desta minha indagação, mas grande parte de seu fundamento está na química que rolou entre os personagens principais e a boa atuação da dupla formada por Justin Timberlake (Um Caminho Para Recomeçar, A Rede Social) e Mila Kunis (Cisne Negro, O Livro de Eli). Os coadjuvantes vão bem e as complicações da vida do casal são bem argumentadas. Momentos de drama são colocados no momento certo e fazem o espectador refletir um pouco sobre a vida como um todo. Pra mim é a comédia do ano!!!

A leitura que virou filme

Falei dele nesse dia: QUINTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 2011

Agora saiu a crítica do filme (http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/o+noivo+da+minha+melhor+amiga+busca+originalidade+e+diverte/n1596948642388.html)


Se há um gênero que precisa de renovação, é o das comédias românticas, geralmente um mar de clichês que lhes rouba, não raro, boa parte da graça e do romance. Então, o esforço feito pelo diretor Luke Greenfiled para buscar um pouquinho de originalidade em "O Noivo da Minha Melhor Amiga" pode ser elogiado, ainda que nem tudo tenha dado certo.

Sem dúvida, é um avanço na carreira do diretor Greenfield, que tem no currículo os fraquinhos "Um Show de Vizinha" (2004) e "Animal" (2001).

A partir do roteiro de Jennie Snyder, baseado num livro de Emily Giffin, desenvolve-se a trama do trio principal, as amigas de infância Rachel (Ginnifer Goodwin) e Darcy (Kate Hudson) e o noivo de Darcy, Dex (Colin Egglesfield). Dex era colega de Rachel na faculdade de Direito e ela era caidinha por ele. Mas quando a exuberante e mais agressiva Darcy o conheceu, fisgou o rapaz e marcou o casamento.

Justamente quando os preparativos do casamento entram na reta final é que o imbróglio se desenrola. A mal-disfarçada atração entre Rachel e Dex (ele também estava de olho nela) acaba saindo do controle. Na festa de aniversário de 30 anos de Rachel, os dois beberam, se soltaram e rolou uma noite de amor.

No dia seguinte, ninguém sabe o que fazer. Na dúvida, nenhum dos dois está a fim de contar nada a Darcy. Dex acha uma desculpa para o seu sumiço a noite toda e a vida segue. Os sentimentos divididos, bem como a culpa, não saem da cabeça do noivo e da melhor amiga da noiva.


Foto: DivulgaçãoAmpliar
John Krasinski: o melhor coadjuvante
Veja também:
Relembre os filmes de Kate Hudson no Cinemaki
Contando com um galã, Colin Eggsfield (da série "Melrose Place"), que é quase um clone de Tom Cruise, e uma Kate Hudson cada vez mais parecida com a mãe, Goldie Hawn - embora com um veneno diferente no jeito de fazer humor -, o filme se ressente um pouco da camisa-de-força de bondade excessiva que resolve vestir na pobre Rachel - aturando como uma candidata a santa todos os excessos invasivos da amiga que, a bem da verdade, roubou-lhe o namorado bem no dia de seu primeiro encontro de verdade.

O filme não se livra, portanto, dessa espécie de código moral dúbio das comédias românticas de Hollywood, segundo o qual dormir com o noivo da amiga até pode - se ela não souber - mas dar-lhe umas duras, nunca.

Em compensação, alguns coadjuvantes movimentam a história com bastante personalidade. O melhor deles é John Krasinski (da série "Office"). Na pele de Ethan, amigo de Rachel que tenta injetar um pouco de auto-estima na moça, ele rouba a cena diversas vezes - uma das melhores, num jogo na praia.

Mas também têm seus momentos Claire (Ashley Williams), uma assanhada crônica que tenta de todo jeito conquistar Ethan. Para livrar-se desta marcação, ele até finge ser gay, o que rende algumas sequências divertidas.

Outro que marca sua presença é Marcus (Steve Howey), um amigo de Dex, típico cafajeste profissional e baixaria, que joga seu pseudo-charme grosseiro para toda mulher que se aproxime - Rachel é uma de suas vítimas, com apoio da amiga Darcy, que acha que ela está solitária demais.

Muitas idas e vindas se processam até a decisão final sobre o casamento. Alguns dos desdobramentos são até um pouco mais sérios do que a média das comédias românticas. A personagem de Kate Hudson, especialmente, tem nuances meio inesperadas na parte final.



Se deliciem com as imagens...



Dica: filme para fds

FILME BASEADO EM LIVRO: PS EU TE AMO





Holly e Gerry se conhecem e namoram desde os tempos de ensino médio. Todos os que convivem com eles sabem que são perfeitos um para o outro. Após um relacionamento de 15 anos que culminou num casamento, Gerry é diagnosticado com câncer no cérebro. Holly então decide largar o emprego (que ela já não gostava muito) para ficar em tempo integral ao lado do marido. Mesmo com tantos esforços, a doença de Gerry não pode ser curada. Sabendo de sua morte iminente, ele então escreve diversas cartas pra sua esposa pra ajudá-la a começar a viver a vida sem ele. Gerry a conhece tão bem que sabe que só ele seria capaz de confortá-la nesse momento. O livro começa após a morte de Gerry e acompanhamos por um tempo o sofrimento de Holly que após se recuperar um pouco decide ir visitar seus pais e irmãos, e é nessa visita que sua mãe a entrega uma caixa com várias cartas e o nome de um mês em cada envelope. A primeira carta contém as instruções de como e quando Holly deve abrir cada envelope. Depois disso os maiores momentos de felicidade dela são os primeiros dias de cada mês, onde ela pode ler algo que Gerry escreveu pra ela. Dentre as cartas existem várias mensagens confortadoras, viagens, aventuras e coisas que ela deve cumprir enquanto seu marido ainda está ajudando-a a seguir em frente.

As diferenças entre livro e filme são muitas, mas eu não vou falar delas aqui pois posso acabar revelando algum spoiler pra quem ainda não viu nenhum dos dois. A história do livro também é linda e me fez ficar com os olhos cheios d' água, mas senti falta de algumas coisas que eu amei no filme como "nunca vi uma garota com tantas cores".

Leia mais em: http://www.euleioeuconto.com/2010/05/ps-eu-te-amo.html#ixzz1HnIVrMiq









Bom domingo

Filme

As 7 regras do amor

título original: (Lucky 7)

lançamento: 2003 (Canadá)

direção:Harry Winer

atores:Kimberly Williams, Patrick Dempsey, Brad Rowe, Brian Markinson.

duração: 95 min

gênero: Comédia Romântica


Antes de morrer a mãe de Amy elaborou um roteiro para que a filha, na época com 7 anos, vivesse bem sem sua orientação. No roteiro estava especificado quando Amy (Kimberly Williams) deveria ir a um acampamento de verão, que profissão seguir e até mesmo quando deveria se apaixonar: apenas pelo 7º namorado. Amy segue fielmente as instruções e, já adulta, conhece Daniel (Brad Rowe), um jovem que tem todas as qualidades que a atraem. Porém há um problema: Daniel é seu 6º namorado. Ela então elabora um plano para fazer com que o 6º torne-se seu 7º namorado, o que evitaria problemas com o roteiro deixado pela mãe.




Gente tendo Patrick Dempsey no elenco, o filme já vale a pena.
A hist. é beeebbeeemmmm bobinha, o som é péssimo, mas o filme é bem de mulherzinha e romântico. DO JEITO QUE A GENTE GOSTA!!!

As imagens valem mais do que qualquer coisa!!!



A BELA E A FERA




Na França um príncipe belo porém arrogante morava em seu reluzente castelo cercado por seus fiéis criados. Em uma gélida noite de inverno, uma velha mendiga bateu na porta do príncipe, oferecendo uma singela rosa em troca de abrigo para se proteger da neve e do frio. O príncipe enojado pela aparência da velha recusa a oferta e a manda ir embora. Ela o aconselha a não deixar-se enganar pelas aparências externas, pois nem tudo é o que parece. Quando o príncipe voltou a expulsá-la, ela se transformou em uma bela feiticeira. O príncipe tentou pedir perdão, mais era tarde, ela já havia percebido que não havia amor no coração dele, e para castigá-lo transformou-o em uma fera horrenda. A feiticeira lançou uma maldição no castelo e em todos os que lá viviam. Horrorizado por sua monstruosa aparência a Fera se confinou no castelo com um espelho mágico, que era sua única janela para o mundo exterior. A rosa oferecida pela mendiga era encantada e iria florescer até o 21ª aniversário do príncipe. Até lá se ele amasse e fosse correspondido o feitiço se quebraria, senão ele estaria condenado a permanecer Fera para toda a eternidade. Com o passar do tempo ele perdeu as esperanças pois quem seria capaz de amar uma Fera? Dez anos mais tarde uma bondosa jovem chamada Bela mora com seu pai, Maurice, numa aldeia na província.

Bela é uma jovem amante dos livros que sonha com um príncipe disfarçado, duelos de espadas, muitas aventuras e etc... Ela é considerada excêntrica pelos demais moradores da aldeia que acham seu pai um cientista maluco. Gaston é um belo porém arrogante rapaz que deseja ardentemente casar-se com Bela. Mesmo que as Bimbettes e muitas outras jovens suspirarem por Gaston, Bela o acha arrogante, tolo. Uma invenção de Maurice é bem sucedida, e ele parte em viagem à uma feira. Maurice e Philipe, seu cavalo, por infortúnio perdem-se na floresta e são atacados por lobos ferozes e famintos. Philipe foge e Maurice entra no castelo da Fera. Os criados do príncipe foram transformados em objetos encantados como Lumiére, o festivo e extrovertido maître do castelo da Fera, apaixonado por Babette, uma camareira transformada em um espanador, Horloge, o severo e pomposo mordomo transformado em relógio de pêndulo, a maternal governanta Madame Samovar e seu Zip, respectivamente um bule e uma xícara de chá.

Quando os objetos (exceto Horloge) tratam Maurice como um convidado, a Fera o torna seu prisioneiro. Philipe corre até Bela, e a leva para o castelo. Lá ela fica no lugar de seu pai como prisioneira da Fera, e os objetos tem esperança que ela aprenda a amar a Fera e que eles voltem a ser humanos outra vez. Mas Gaston fará de tudo para impedir isto.

No final, a Fera aprende a amar, e é correspondida por Bela. Quando isso finalmente acontece, o feitiço é quebrado, revelando belo príncipe e todos os criados, antes objetos.

Beauty and the Beast arrecadou mais de 347 milhões de dólares pelo mundo (a terceira maior bilheteria do ano, atrás de Terminator 2: Judgment Day e Robin Hood: Prince of Thieves).[1]
Foi o primeiro filme animado a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme.
A "bela" e a "fera" é um tema recorrente na literatura e no cinema. Entre as "feras" mais famosas estão O Fantasma da Ópera e King Kong; no entanto, a "fera" deste filme é a única a ficar com a "bela".
Na cidade onde vive, Bela é a única que usa roupas com a cor azul. Esta característica foi criada para ressaltar ainda mais o quanto ela era diferente dos demais moradores da localidade. Depois, quando Bela encontra a Fera, ele também se veste de azul, mostrando, de uma forma algo primária, que "eram feitos um para o outro".
A atriz Sherri Stoner serviu de modelo para que os desenhistas desenvolvessem a personagem Bela.
O personagem Chip inicialmente tinha apenas uma fala em todo o filme, mas os produtores gostaram tanto do personagem que decidiram que ele deveria ter mais participações na história.
Segundo o animador Glen Keane, a aparência da Fera é calcada na juba de um leão, a cabeça e barba de um búfalo, as presas e focinho são de um javali, a testa musculosa de um gorila, as pernas e cauda de um lobo, e o corpo de um urso.
Este filme ocupa a 22ª colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.
Em 2011, "A Bela e a Fera" volta a ser relançado nos cinemas agora em versão Disney Digital 3-D, em comemoração aos 20 anos do filme.

Dica de filme


Quando a batalhadora produtora de TV Becky Fuller (Rachel McAdams) aceita trabalhar no programa “Daybreak”, ela decide revitalizar o programa contratando o lendário âncora de TV Mike Pomeroy (Harrison Ford).

Infelizmente, Pomeroy se recusa a reportar assuntos comuns dos programas matinais como fofocas de celebridades, previsão do tempo, moda e artesanatos, quem dirá trabalhar com sua co-apresentadora, Colleen Peck (Diane Keaton).

Além disso, o conflito entre os apresentadores põe em risco o relacionamento amoroso de Becky com um colega de trabalho, Adam Bennett (Patrick Wilson).

gente eu vi o filme e achei perfeito, longe dos clichês de hollywood...
e ver Harrison Ford e Diane Keaton trabalhando juntos, ahhh noivinhas, o filme já vale a pena

A cara do dito cujo

Colírio!!!

Gente esse é um post quase urgente, hj é lançado o filme LOPE, confira a matéria sobre o ator protagonista dessa história retirada da folha.com:

Alberto Ammann vive Lope de Vega em drama histórico

Enquanto posa para fotos no hotel onde está hospedado, em São Paulo, Alberto Ammann volta-se para a repórter e pergunta, sem rodeios: "Estou bem assim?".

A questão parece retórica, mas para ele não é tanto assim. Alberto Ammann é modesto, diz que não sabe se a beleza ajudou a trazer propostas de trabalho para o cinema, entre elas o de protagonista em "Lope", o drama biográfico dirigido por Andrucha Waddington que estreia hoje no Brasil.

"Me cuido o máximo que posso para ser um bom ator; quando estiver gordo, velho e careca, quero continuar atuando", diz ele.

No filme, coprodução entre Brasil e Espanha, ele dá vida ao poeta e dramaturgo Lope de Vega (1562-1635), um dos mais prolíficos e festejados autores da Espanha.

Mas Ammann é argentino de Córdoba, nascido há 32 anos. Mudou-se para a Europa aos 20 e tantos com a vontade de ser ator, após desistir de uma carreira como técnico eletricista.
"Depois da grande crise de 2001, 2002, não havia possibilidade de trabalho na Argentina", lembra.

"Pelo menos no meu âmbito familiar e no de amigos, a crise bateu forte. De repente eu estava sem saber o que fazer e meus pais me ofereceram todas as suas economias para eu ir à Espanha."

Foi sem hesitar e diz que os primeiros três anos foram duros. Em Madri, trabalhou como garçom e passou a frequentar a escola de atores do cordobês Juan Carlos Corazza, professor e mestre do principal ator espanhol do momento, Javier Bardem.

O primeiro contato com a câmera e o set de filmagem se deu em uma série para a televisão espanhola.

PRÊMIOS

No cinema, no entanto, Ammann começou bem: sua estreia, no filme "Celda 211", lhe rendeu o prêmio Goya de ator revelação, em 2010, e outras propostas.

Ammann nunca interpretou um personagem argentino nas telas, muito embora queira. "Lope", exibido no Festival de Veneza, é seu segundo papel no cinema.

"Eu lia Lope todos os dias [antes do filme]. Mentira (risos). Conheci Lope na escola secundária, em Córdoba, mas muito pouco. Foi graças ao filme que mergulhei em profundidade nele."

No filme, ele atua ao lado de Selton Mello e Sonia Braga. "Estou começando a me relacionar com o cinema brasileiro e ver que ele está em um momento fantástico", explica. "E eu me apaixonei pela Sonia. Eu e meu pai."